produções artísticas LTDA



plataforma de pesquisa e criação compartilhada
conduzida por Camila Fialho e José Viana.


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Belém - Pará - Amazônia - Brasil



Camila Fialho. Porto Alegre/RS, 1980.

Radicada em Belém desde 2014, é artista, curadora, gestora cultural e ativadora|articuladora de processos artísticos. Tem graduação e mestrado em Letras pela UFRGS e especialização em Práticas Curatoriais e Gestão Cultural pela Faculdade Santa Marcelina/SP. Empresária do sensível, conduz a RaioVerde, plataforma de pesquisa e criação compartilhada no campo das artes visuais, junto de José Viana.

Suas pesquisas transitam entre poéticas do deslocamento, dépaysement e paisagem, tensões entre palavra e imagem, publicações independentes e práticas colaborativas.

Foi colaboradora da Associação Fotoativa de 2014 a 2021, onde esteve na presidência e atuou na coordenação do Núcleo de Pesquisa de Documentação, tendo contribuído para implementação da Mostra de Projeções, o Programa de Residências para Pesquisas Autônomas e a Marca d'água: feira de impressos e publicações independentes, além de articular e desenvolver projetos com outros artistas, exposições e programações como X Colóquio de Fotografia e Imagem, em 2018. 

Em 2021, foi coordenadora do edital de Artes Visuais da Lei Aldir Blanc Pará, em uma parceria entre a Fotoativa a Secult/PA. Em 2020, foi contemplada pela Bolsa Funarte de Estímulo à Conservação Fotográfica Solange Zúñiga para desenvolver uma pesquisa junto dos arquivos da Fotoativa; e recebeu o Prêmio Preamar de Cultura e Arte, promovido pela Secretaria de Cultura do Estado do Pará através de edital, para desenvolver o projeto Mundos imaginados que resultou em publicação homônima, reunindo 31 artistas de diferentes linguagens. Dentre suas últimas curadorias, destaque para as exposições Fotoativa: une expérience photosensible (curadoria coletiva), parte do festival Rencontres Photographiques de Guyane, 2021; Matérias, individual de José Viana, na Galeria Theodoro Braga, 2020; Sobre sueños abismos y otras fronteras – Fotoativa ayer y hoy, em uma cooperação com Irene Almeida no Centro de Fotografia de Montevideo, 2019; Atravessamento: Fotoativa ontem e hoje (Sesc Sorocaba, São Paulo), 2018. Em 2016, desenvolveu o projeto A Palavra é o limite que resultou na curadoria de Alfabeto de Ficções, contemplado pelo prêmio Experimentação, Pesquisa e Difusão 2016 – Programa Seiva da Fundação Cultural do Pará, junto do grupo de estudos voltado para processos artísticos da Fotoativa, o Laboratório de Projetos. 

Como artista, participou da exposição coletiva Entre Processos, com a instalação Movimento, no espaço Candeeiro Belém/2021; e da publicação Fordlândia, com o trabalho Le château d'eau, organizado pelo coletivo Suspended spaces. Como RaioVerde, participou das exposições: Luzes do Norte, com a obra Caxina Machu, Festival de Fotografia de Tiradentes, 2020/2021; instalação coletiva Mapping Fordlândia, junto do coletivo Suspended spaces  com o trabalho Herencia, parte da exposição On Fail[l]ed Tales and Ta[y]lors, no espaço La Tabakalera, em San Sebastian, 2019; Retour de Fordlândia, com os trabalhos Seedspaces e Goutte à goutte, nos espaços La Colonie, em Paris, e La Tôlerie, em Clermont Ferrand, 2018.  330 (ou sobre uma única viagem) na Temporada de Projetos 2016 do Paço das Artes/SP.




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